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| Experimentamos construir um Mapa Conceitual, seguindo as orientações do Guia do Cursista-Elaboração de Projetos (Brasília, 2009.), no Material de Apoio do e-proinfo-Ambiente colaborativo de Aprendizagem: “Os mapas conceituais representam uma síntese de determinado tema. Não existe uma única forma de representar um conhecimento ou uma estrutura conceitual, porque cada representação depende da estrutura cognitiva do autor da representação, da forma como ele percebe e representa o mundo, dos conceitos e relações escolhidos naquele contexto e do critério usado por ele para organizá-los. Para construirmos um mapa conceitual podemos utilizar figuras geométricas (retângulo, elipse, círculo) dentro das quais são apresentados os conceitos, mas isso não é relevante. É possível utilizar somente palavras e linhas conectoras entre elas. Do mesmo modo, não é importante a forma, o comprimento das linhas ou a utilização de setas, embora em algumas situações elas possam fornecer direção e sentido para determinadas relações entre conceitos ou até mesmo ajudar a guiar a leitura do mapa. O mais importante é conseguirmos apresentar com clareza os significados atribuídos aos conceitos e as relações entre eles no contexto considerado. A importância do impacto visual foi ressaltada por Novak (1988, p. 106), quando diz que: “um bom mapa conceitual é conciso e mostra as relações entre as ideias principais de modo simples e atraente, aproveitando a notável capacidade humana para representação visual”. Como um mapa conceitual não é autoexplicativo, é necessário que seu autor o explique. É nesse momento que ele explicita e compartilha seus significados psicológicos. Se o mapa conceitual é elaborado coletivamente, os significados já deverão ser explicitados e negociados durante a elaboração do mesmo, caso contrário, não será possível a construção de um único mapa. Tanto a construção individual como a construção coletiva são exercícios interessantes do ponto de vista da aprendizagem. Segundo Gilda Helena Campos, em entrevista concedida ao SENAC-SP, disponível em: <http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/julho05/entrevista/entrevista.htm>,os mapas conceituais facilitam a representação e análise das informações e agora com o uso da Internet, os conceitos podem ser transformados em links que possibilitam ao aluno conhecer artigos, textos ou imagens pertinentes ao tema estudado,“ao relacionar graficamente palavras, links e informações que compõem um tema, o aluno passa a entender melhor o conteúdo proposto. Esses links são objetos que acabam se tornando Objetos de Aprendizagem dentro do Mapa Conceitual”, explica Gilda, e defende que “entre os pontos mais importantes para o desenvolvimento do aluno é que ele possa trabalhar em equipe, que desenvolva habilidades, tome decisões e, principalmente, consiga transformar informações em conhecimento.” |
Matemática e Ação_Silvia Shimabuku
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Mapa Conceitual sobre Gráfico Estatístico
terça-feira, 28 de junho de 2011
SOLETRANDO COM POESIA MATEMÁTICA (Millôr Fernandes)
Esta é uma das atividades do projeto que batizei como OLIMPÍADAS DA MATEMÁTICA, realizado na escola durante o ano letivo. Utiliza as mesmas regras do Soletrando apresentado na TV, com direito a significado, aplicação na frase e definição, além do sininho e da comissão de apoio para possiveis esclarecimentos. Por isso, segue algumas das palavras que servem para movimentar esse jogo. O texto é entregue aos alunos com antecedência para que possam familiarizar-se com a ortografia. Inclusive é uma boa oportunidade para trabalhar a interdisciplinaridade com Português e Arte, encenando a poesia, fazendo cartazes e discutindo as mudanças ortográficas. Boa atividade para vocês!
SOLETRANDO – Turmas G, H, I
1. matemático
adj. Relativo à matemática. / Fig. Rigoroso, exato: precisão matemática. S.m. Pessoa versada em matemática. |
2. quociente
Matemática. Resultado da divisão. O produto do divisor pelo quociente, acrescido do resto, deve reproduzir o dividendo. |
3. Incógnita
s.f. Matemática Quantidade procurada na solução de um problema: a letra x designa geralmente a incógnita. / Que é desconhecido e se procura saber. / |
4. inumerável
adj. Que não se pode contar ou numerar; muito numeroso. |
5. ápice
s.m. Vértice, cume; parte mais alta. / Fig. O mais alto grau. // Num ápice, num momento. // Por um ápice, por um triz. |
6. base
s.f. Tudo que serve de fundamento ou de apoio. / Arquitetura. Alicerce, fundações. / Pedestal de estátuas, colunas, monumentos. / Face sobre a qual assenta uma figura geométrica: base do triângulo, base de uma pirâmide. / |
7. ímpar
adj. Que não se pode dividir em dois números inteiros iguais. / Número ímpar, o que não é exatamente divisível por dois, como 13, 21 etc. (Os números ímpares são os terminados em 1, 3, 5, 7 e 9.) |
8. rombóide
adj. Que tem forma de losango. / &151; Adj. e s.m. Anatomia. Diz-se do, ou músculo largo e fino da região dorsal e que tem a forma de um losango. / Geometria. O mesmo que paralelogrâmico e paralelogramo. |
9. trapezóide
adj. Que tem forma semelhante à do trapézio. / &151; S.m. Geometria. Quadrilátero cujos lados são todos oblíquos entre si. / Anatomia. Osso da segunda fileira do carpo. |
10. retangular
adj. Que tem forma de retângulo. |
11. esferóide
s.m. Sólido cuja forma se aproxima da de uma esfera: a Terra é um esferóide. |
12. paralela
s.f. Linha paralela. / &151; uma ao lado da outra, |
13. infinito
adj. Que não tem limites, fim: o espaço é infinito. / Que não teve princípio nem há de ter fim: Muito grande, considerável: sinto, às vezes, infinitas alegrias. // Conjunto infinito, conjunto cujo número de elementos não é limitado. // Quantidade infinita, quantidade variável que se torna e permanece, em valor absoluto, superior a todo limite fixado arbitrariamente. |
14. radical
adj. Que pertence à raiz: pedúnculos radicais. / Fig. Que é inerente a uma coisa, que é inseparável dela: o arbítrio é o vício radical do despotismo. / Que tem plena eficácia: meio radical. / Definitivo, total: cura radical. / Intransigente quanto ao modo de ver um assunto. / Relativo à raiz, origem ou ao fundamento. / Afastado do que é usual ou tradicional: a pintura radical dos suprematistas. / Ling. inform. Brusco, violento; difícil: manobra radical. |
15. Quadrado
s.m. adj. Diz-se da figura plana que tem quatro lados. / &151; Geom. Figura plana que possui quatro lados iguais e quatro ângulos retos (90&176;). &151; Se cada lado de um quadrado tem 4cm de comprimento, o quadrado pode ser dividido em 4 x 4, ou 16, quadrados menores com lados de 1cm de comprimento. A área desse quadrado mede 16cm&178;. De uma maneira geral, para calcular a área de um quadrado, multiplica-se, por ele mesmo, o número que representa o comprimento do lado do quadrado. A unidade de área é a unidade de comprimento, utilizada para medir o lado, elevada ao quadrado. Portanto, um quadrado com lados de 3cm de comprimento tem uma área de 3 x 3 ou 9cm&178;. / Matemática Produto de um número por ele mesmo. &151; Por exemplo, 16 é o quadrado de 4, visto que 4 x 4 = 16. Em álgebra, se b representa uma quantidade qualquer, o quadrado de b, ou b x b, é expresso como b&178;. O número 2 que aparece à direita e acima do b é o expoente, e b a base. O expoente 2 indica que a quantidade b foi tomada duas vezes como fator. |
16. Cateto
s.m. Qualquer dos dois lados perpendiculares do triângulo retângulo. / Raio luminoso que incide ou é refletido perpendicularmente. (Var.: cáteto.) Catetometro s.m. Física. Instrumento para medir a distância vertical entre dois pontos, isto é, para medir os catetos de um triângulo retângulo imaginário. |
17. Hipotenusa
.f. Matemática Lado oposto ao ângulo reto de um triângulo retângulo. (O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos dois outros lados.) |
18. aritmética
s.f. Ciência que estuda as propriedades elementares dos números racionais. / Livro que contém os princípios da aritmética: comprar uma aritmética. (Var.: arimética.) |
19. velocidade
s.f. Qualidade de veloz. / Movimento rápido; rapidez. / Distância percorrida durante uma unidade de tempo: a velocidade do som. // Velocidade inicial, velocidade de um projétil no momento em que sai da arma. |
20. potenciação
s. f., acto ou efeito de potenciar; cálculo por meio de potência.multiplicação de fatores iguais.
21. círculo
s.m. Seção de uma esfera por um plano. / A própria circunferência: descrever um círculo. / Fig. Associação de pessoas reunidas para um fim particular: círculo literário. // Círculo de altura, curva traçada na superfície terrestre de tal modo que, de todos os pontos, vê-se, no mesmo momento, o mesmo astro à mesma altura. |
22. senoidal
de seno adj. 2 gén., relativo a seno
23. dimensão
s.f. Extensão, medida. / Geom. Cada uma das extensões que se devem considerar na medição das figuras ou dos sólidos (comprimento, largura e altura). |
24. fórmula
s.f. Preceito estabelecido para regular qualquer ato. / Modelo que contém os termos formais por que um ato deve ser concebido: fórmula legal. / Maneira de se expressar, de agir, conforme o uso: fórmula de polidez. / Resultado de um cálculo; expressão de uma lei física. / Esquema que indica a composição de uma combinação química. / Fig. Conjunto de indicações de elementos aptos a fornecer uma solução num domínio preciso: fórmula política. / Receita de um médico. |
25. euclidiana
adj., relativo a Euclides;de Euclides;diz-se da geometria desse matemático.
26. Universo
s.m. Conjunto de todos os astros com tudo que neles exista. / O sistema solar, com seus planetas e satélites; o sistema do mundo; o mundo. / A Terra e seus habitantes. / Fig. O meio em que se vive: o quarto é seu limitado universo. / Fig. Domínio material, intelectual e moral: fazer dos estudos todo o seu universo. |
27. pitagóricas
adj., relativo a Pitágoras.
28. perpendicular
adj. Que faz ângulo reto com. // Retas perpendiculares, retas que se encontram formando ângulo reto. // Reta perpendicular a um plano, reta perpendicular a todas as retas do plano que a encontram. // Planos perpendiculares, planos que se cortam formando diedros adjacentes iguais. // Estilo perpendicular, variedade de estilo gótico criada na Inglaterra no séc. XIV, caracterizada pela substituição das curvas e contracurvas das decorações do gótico flamejante por linhas retas paralelas. |
29. Polígono
s.m. Matemática. Figura plana limitada por segmentos de reta. &151; As linhas são chamadas lados. A soma dos lados é o perímetro. Os ângulos formados pelos lados são os ângulos do polígono, e os pontos de encontro dos lados são os vértices do polígono. |
30. Bissetriz
s.f. Geom. Semi-reta que, tendo origem no vértice de um ângulo, o divide em dois ângulos iguais. |
31. plano
Plano adj. Raso, liso, sem diferenças de níveis. / Fig. Fácil, acessível, claro. / &151; S.m. Traçado representando as diferentes partes de uma cidade, de um edifício, de uma máquina etc. / Planta, mapa, projeto. / Conjunto de medidas ou providências a serem tomadas; projeto. Plano-concavo adj. Que tem uma superfície plana e outra côncava. Plano-convexo adj. Que tem uma superfície plana e outra convexa. |
32. equação
s.f. Matemática Igualdade que só se verifica para valores convenientes de certas quantidades que nela figuram, ou incógnitas: resolver uma equação do segundo grau. / O quanto é preciso modificar na posição de um corpo celeste para dar-lhe aquela que ele teria se fosse animado de movimento uniforme. // Equação de uma curva, em geometria plana, relação que liga as coordenadas de um ponto dessa curva; em geometria no espaço, conjunto das duas equações que definem uma curva. // Equação diferencial, equação em que figuram uma função desconhecida de uma variável e suas derivadas de diferentes ordens. // Equação dimensional, fórmula que indica como, em um sistema coerente de unidades, uma unidade derivada depende das unidades relativas às grandezas fundamentais. // Equação com várias incógnitas, equação em que figuram várias quantidades desconhecidas x, y, z,..., sendo uma solução um sistema de valor dessas incógnitas. // Equação integral, equação que comporta uma integral, em cuja expressão figura uma função desconhecida. // Equação pessoal, correção que se deve fazer a uma observação acerca de um fenômeno transitório do qual convém avaliar com exatidão o instante exato em que se produziu. |
33. diagrama
s. m., representação por meio de linhas;esboço;delineação.
34. integral
35. diferencial
adj. 2 gén., em que há diferença;diz-se da quantidade ou do cálculo que procede por diferenças infinitamente pequenas;diz-se da taxa aduaneira que varia conforme as procedências das mercadorias;s. f., aumento infinitamente pequeno de uma quantidade variável;s. m., órgão que transmite às rodas da viatura automóvel o movimento do motor e lhe impõe, nas curvas, velocidade de rotação diferente.
36. secante
adj. 2 gén., que corta uma superfície, uma linha;s. f., linha ou superfície que corta outra.
do Lat. siccante, que seca
37. cone
s. m., sólido de base circular ou elíptica, terminando em ponta.
Geom., - de revolução: sólido que resulta da rotação completa de um triângulo sobre qualquer um dos seus catetos;
38. Máximo
adj., superl. absol. sint. irreg. de grande; o maior, o mais alto ou o mais intenso;
excelso;sumo;s. m., aquilo que é maior, mais intenso;cúmulo.
excelso;sumo;s. m., aquilo que é maior, mais intenso;cúmulo.
39. Divisor
adj., que divide;s. m., número pelo qual se divide outro.
40. concêntrico
de centro adj.,que tem o mesmo centro.
41. grandeza
qualidade do que é grande;tudo o que é susceptível de aumento ou diminuição;
profundidade;elevação;extensão;vastidão;amplidão;valor;importância;fortaleza;
energia;grau de intensidade;
profundidade;elevação;extensão;vastidão;amplidão;valor;importância;fortaleza;
energia;grau de intensidade;
42. absoluta
feminino de absoluto, adj., que não é relativo;independente; livre;
ilimitado;soberano;s. m., o que existe independentemente de qualquer condição;
ilimitado;soberano;s. m., o que existe independentemente de qualquer condição;
43. fração
ato de partir ou dividir;porção, parte de um todo; fragmento; quebrado;
número que designa uma ou mais partes iguais daquelas em que foi ou se considera dividida a unidade.
número que designa uma ou mais partes iguais daquelas em que foi ou se considera dividida a unidade.
44. comum
adj. 2 gén., que pertence simultaneamente a mais que um; normal; trivial; usual;
feito em comunidade; o geral; a maioria;
feito em comunidade; o geral; a maioria;
45. unidade
s. f., grandeza tomada por uso ou por convenção para servir de termo de comparação entre
grandezas da mesma espécie; o número um;a base da numeração;qualidade do que é uno;
objeto único; união;
objeto único; união;
46. triângulo
s. m., polígono de três ângulos e três lados; espécie de esquadro;
47. problema
s. m., questão que se propõe para ser resolvida; coisa difícil de explicar;
dúvida;questão;mistério;enigma.
dúvida;questão;mistério;enigma.
48. denominador
adj.,que denomina; s. m., aquilo ou aquele que denomina;
termo de uma fracção que indica em quantas partes está dividida a unidade.
termo de uma fracção que indica em quantas partes está dividida a unidade.
49. Relatividade
s. f., qualidade ou estado do que é relativo;contingência; condicionalidade;
Fís., teoria da -: cada uma das duas teorias desenvolvidas por Albert Einstein (1879-1955), a teoria da relatividade restrita e a teoria da relatividade geral que, baseadas em novas concepções dos conceitos de tempo, espaço e movimento, conduziram ao estabelecimento de um modelo do universo alternativo ao modelo de Newton.
Fís., teoria da -: cada uma das duas teorias desenvolvidas por Albert Einstein (1879-1955), a teoria da relatividade restrita e a teoria da relatividade geral que, baseadas em novas concepções dos conceitos de tempo, espaço e movimento, conduziram ao estabelecimento de um modelo do universo alternativo ao modelo de Newton.
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Obs.: Esta atividade poderá ser aplicada usando outros textos ou livros, ou ainda, somente palavras, para turmas de alfabetização, por exemplo. A turma vai amar!
Poesia Matemática - MILLÔR FERNANDES
POESIA MATEMÁTICA
MILLÔR FERNANDES
Às folhas tantas do livro matemático,
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a do ápice à base: uma figura ímpar; olhos rombóides, boca trapezóide, corpo retangular, seios esferóides.
Fez da sua uma vida paralela à dela, até que se encontraram no infinito.
“Quem és tu?”- indagou ele em ânsia radical.
“Sou a soma dos quadrados dos catetos. Mas pode me chamar de Hipotenusa”.
E de falarem descobriram que eram (o que em aritmética corresponde a almas irmãs) primos entre si.
E se amaram ao quadrado da velocidade da luz numa sexta potenciação traçando, ao sabor do momento e da paixão, retas, curvas, círculos e linhas senoidais nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar, constituir um lar, mais que um lar, uma perpendicular. Convidaram para padrinhos o Polígono e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro, sonhando com uma felicidade integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos.
E foram felizes até que um dia em que tudo vira afinal monotonia.
Foi então que surgiu o Máximo Divisor comum, frequentador de círculos concêntricos viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era um triângulo, tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração, a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,
como, aliás, em qualquer sociedade.
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SUGESTÕES DE ATIVIDADES
Atividade 01: Trabalho para ser feito em pequenos grupos.
Elabore uma cruzadinha com 10 termos matemáticos que aparecem no texto.
Atividade 02: Socialização dos trabalhos com uso da tecnologia disponível (projetores, retroprojetores ou outros)
Atividade 03: Confecção de um caderno de atividades, incluindo cópias destas cruzadinhas.
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